Empresa Cidadã: DB1 emprega 370 pessoas e foi premiada pelo GPTW

Postado em: 09 de Novembro de 2018

Ilson da Silva Rezende, 45 anos, é presidente da DB1 Global Software, empresa com sede em Maringá, que atua no desenvolvimento de software e emprega 370 colaboradores. A empresa ocupou o 18º lugar no Great Place to Work Brasil, sendo uma das 11 empresas do Paraná a receber a premiação. É uma das Empresas Cidadãs do Rotary Club de Maringá.

A DB1 já tem em seu DNA práticas consistentes de Responsabilidade Social, por isso possui um Comitê de Responsabilidade e Desenvolvimento Socioambiental (CORDS), composto por 10 colaboradores, que dividem o seu tempo com as responsabilidades de suas funções mais as atividades do CORDS.

“Praticamos Capitalismo Consciente. Acreditamos que o mundo tem fartura suficiente para gerar prosperidade para todos, se formos responsáveis com nossas ações, tivermos senso de cooperação. Nossas práticas estão muito envolvidas com a educação, temos muitos projetos como DB1AOCUBO (projeto que leva conhecimento de tecnologias nas escolas e instituições), DB1ECO - incentivo ao uso de copos plásticos ao invés de descartáveis, economia de energia, coleta seletiva e plantio de árvores”, afirma o presidente da empresa.

Ele conhecia muito pouco do Rotary e passou a conhecer mais a partir do contato do Gustavo, presidente do Rotary Club de Maringá, que lhe apresentou os trabalhos que são realizados.

A parceria com o Rotary, segundo Ilson, ajuda a servir como exemplo para outros empresários, mostrando que é possível ter lucro e se envolver com a comunidade onde a empresa atua.

“Os colaboradores cada vez mais se engajam com empresas que têm um propósito além do lucro. As pessoas não querem mais trabalhar para enriquecer acionistas, elas querem empresas conscientes e responsáveis com o mundo a sua volta”, destaca o empresário.

Ainda de acordo com Ilson, essa mesma visão é compartilhada pelos clientes. “Eles também estão mudando sua percepção de valor e procurando cada vez mais empresas que vão além da sua capacidade técnica, que de alguma forma o consumo de um produto ou serviço gere mais que riqueza para a empresa em si, mas para todos a sua volta. Estamos falando de uma nova economia, um novo conceito de empresas que prosperarão no futuro. Empresas se adequarem a isso não é só uma questão de generosidade como era no passado, é uma questão de adaptação para continuarem crescendo ou até mesmo em alguns mercados continuarem vivas”.

Por Larissa Nakao

Comunicação Corporativa

 

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